quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

o encontro

Enfim...algo me disse pra sair de casa...
e eu como sempre muito atenciosa aos meus avisos ...sai!
Fui continuar minha rotina diaria, e fui seguir minha vida, mesmo com minha mãe dizendo para não ir...
E foi então que tive o grande encontro...
é vocês devem está se perguntando porque eu coloquei uma foto de 3 arcanjos, devem está achando loucura, e tals
pois bem eu vos digo o porque...
foi por que eu encontrei os 3 arcanjos ( Miguel, Gabriel e Rafael) e digo mais, foi um encontro perturbador, estranho, diria até tenso...
Porém foi um sinal, sim isso mesmo um sinal...
encontrar os 3 arcanjos lhe fitando, um me olhando até como quem queria dizer algo.
Mas nem uma palavra foi dita,nem sabemos de onde nos conhecíamos...
Contudo nos encaramos por horas... e eu nunca me esquecerei dos olhos do pequeno menino...um olhar de quem queria me dizer, ou então apareceu só para me dar um sinal, de que a reta final está chegando e eu ganharei essa batalha...
então os meus 3 arcanjos sumiram... sem que eu pudesse ver ou pelo menos detectar de onde eles vinham, apenas sumiram...

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

planossssssssssssssssss

ahhh....
sei que p
osso está parecendo um boba apaixonada, mais convenhamos se ele realmente não gostasse de mim não iria atrais do tal presente que eu pedi...
não pagaria o mico...
e não me deixaria tão feliz...
mais o melhor foi plantar a sementinha da sedução...
e se ele topar... meu aniversário promete ...ah se ele topar...ter aquele corpo de novo em meus braços sendo só meu...depois de anos...sei que ele deve está pensando horrores na possibilidade... e quero mais é que pense mesmo...e que se renda a mim , ao meu amor, como na primeira vez que eu o vi me rendi completamente a ele...

domingo, 10 de janeiro de 2010

Tempos Modernos...


... " O objetivo maior da ideologia moderna era preservar a liberdade individual. No entanto, essa ênfase sobre a liberdade criou grande contradição de nossos tempos: como estabelecer valores morais e éticos num mundo que prioriza as escolhas individuais?
A modernidade foi responsável por uma série de mudanças na nossa forma de ver e sentir o mundo. A revolução tecnológica inundou de conforto nossas vidas. Dispomos de uma imensa variedade de coisas que facilitam nosso dia-a-dia, porém não encontramos tempo disponível para cultivarmos o nosso lado afetivo. O convívio reconfortante com a familia, os amigos e o amor romântico parecem ser coisas do passado, algo lembrado com nostalgia, mas avaliado como utopia nos dias atuais . O desenvolvimento econômico nos tempos modernos fundamenta-se na crença cega de que não podemos " parar" nunca: há sempre o que aprender, conquistar, possuir,descobrir, experimentar...Nada nem ninguém é capaz de nos satisfazer plenamente, pois sempre há novas possibilidades para serem testadas na conquista de tal realização pessoal.
A relação proposta por nossa sociedade só pode ser de aspecto material , pois afetos verdadeiros não podem ser adquiridos nem substituídos na velocidade que nossos tempos preconizam. A cultura do individualismo e o desejo de conseguir bem-estar material a qualquer custo têm provocado erosão dos laços afetivos dentro de nossa sociedade. Com isso, virtudes como a honestidade, a reciprocidade e a responsabilidade com os demais caem em total descrédito. E assim, repletos de conforto e tecnologia, acabamos por nos tornar cada vez mais sozinhos e menos comprometidos com os nossos semelhantes..."

( Ana Beatriz Barbosa Silva - Mentes Perigosas o psicopata mora ao lado - paginas 190 /1 91)

sábado, 9 de janeiro de 2010

Happy


Não sei explicar
hoje o dia começou com tudo pra ser triste...
vai saber lá por que...
nem animada pra festa eu estava...
mais a musica vibrante...
a companhia alegre...
foi gargalhada na certa
sorri como a tempos não sorria...
foi aquela gargalhada gostosa
que não queria mais parar...
foi a gargalhada sincera...
a felicidade transbordando...
e eu sei nem saber de onde ela vinha...
mais foi bom...
foi ótimo...
foi excelente!!!

uma das musicas embaladoras
" Não me deixe só eu tenho medo do escuro, eu tenho medo
do inseguro , dos fantasmas da minha voz..."

p.s. esse sorriso é meu mesmo!!!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

a maçã


Eita...
Já comecei o ano com as esperanças a flor da pele...
espero que a maçã me ajude...
por com ela foi jogada no rio todas as expectativas e esperanças!!!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Bem vindo 2010

domingo, 20 de dezembro de 2009

Uma Historia Passada de uma Mulher passada


O vento é alguém muito ocupado e mal-humorado que odeia as coisas belas e inocentes, como fanta uva e algodão-doce. Desde de sempre, o vento soprou vidas e mortes e esperanças repartidas sem importar-se com quem poderia ferir em suas andanças. Em certa noite de lua cheia eis que seu sopro carrega pra longe o lenço cor de jade que pertencia a uma bela ruiva cuja pele era branca como o leite e os olhos mais doces que tâmaras da Jordânia. Ela fica deverás triste com a perca do lenço que havia sido ofertado por sua mãe quando completará 15 anos. Além do óbvio valor sentimental, as leis da sua gente estabeleciam que apenas uma jovem de olhos cor de tâmara usando um lenço cor de jade transmitido de mãe para filha poderia fazer as 12 danças anuais em honra ao fogo, que obrigatoriamente tinham lugar na noite de lua negra de cada mês.
A jovem cigana então procurou o lenço por vários dias, poderia pedir ajuda aos seus, mas acreditava-se que perder um lenço ritual era sinal de mau agouro e que poderia trazer desgraça à tribo, então achou melhor não causar alarde e procurar sozinha por sua prenda.
Entrava em pânico toda vez que sua mãe lhe indagava pelo lenço e não tinha mais desculpas para continuar levando-a em banho-maria. A situação tornava-se desesperadora. Aproximava-se a lua nova e o lenço não era encontrado, nem os pastores do local viram nada parecido, ficou sabendo disso em conversas com pessoas que não eram de sua tribo.
Depois de uma jornada de buscas infrutíferas foi dormir, exausta. Seu sono outrora tranqüilo tornara-se angustiado e tristonho, quem a via dormir tinha a impressão de que a via chorar.
Dentro do sono agitado a menina tem um sonho com um homem grisalho vestido de névoa. Ele a chama pelo nome e diz que sabe o que ela procura, o lenço cor de jade que um dia pertencera a sua mãe e que deveria estar em volta de seu pescoço mas que ao contrário, estava enterrado sob as areias pesadas de um deserto sírio, próximo a Damasco.
- Damasco? Fica a quase mil quilômetros daqui...Nunca mais verei meu querido lenço novamente, nunca mais...
A doce menina começa a chorar tanto em sonho quanto sobre o seu catre.
- Não chore. Disse o senhor que conversava com ela em seu sonho.- Você não deixou de ser uma cigana respeitável pela perca de um simples lenço, continua sendo a unica capaz de ser a sacerdotisa do fogo.
- Talvez eu seja, mas os anciãos da tribo vão querer tirar-me esse posto por não mais possuir o lenço semelhante à pedra do flanco. Posso viver com isso mas...não queria ver a decepção nos olhos de minha mãe, ela vai achar que perdi o lenço por descuido, perderei a confiança dela.
- Achas que a primeira dança do fogo foi feita com um lenço de seda esverdeado? Acreditas mesmo que sempre foi assim, como ensinam os teus sacerdotes?
- O que o senhor quer me dizer com isso?
- Que tradições tem valo por simbolizar algo caro a um grupo ou mesmo a uma pessoa, que as coisas geralmente não acontecem como contam os velhos sacerdotes nas madrugadas após a ceia. A dança do fogo simboliza a vitória do teu povo sobre os povos que temem esse mesmo elemento, o que ocorreu há tanto tempo que nem o próprio tempo se lembra mais. Acaso sabes quem levou teu precioso lenço?
- Foi um acidente. Estava me lavando ao ar livre e um forte vento o levou para longe nas costas de uma nuvem de areia.
- Estás correta em relação ao vento, incorreta em achar que isso foi acidente.
- Se estou certa em relação ao agente, como posso errar em relação ao acaso disso?
- O vento levou teu lenço porque quis.
- Com todo respeito, sei que isso é um sonho, mas acho que o senhor não está bem, haverá bebido um pouco demais?
- Se queres que continue,cala-te e presta atenção: Teu povo adotou a f unção de sacerdotisa do fogo correto?
- Sim, mas...
- Cala-te já disse. Tenho que te explicar a razão dos porquês. Desempenhar uma função nada vale, s enão sabes pra que ela existe. Como dizia, a dança do fogo não existe apenas em adoração a um elemento da natureza, ela lembra que o aliado de teus inimigos é dominado por teu povo, e que assim sendo, não poderá levantar-se contra os teus.
( A jovem cigana tem uma expressão de perplexidade)
- Sabes que a dança do fogo só pode ser feita num lugar. Porém não sabes que neste lugar estão concentrados todos os ventos do mundo. A dança do fogo na pratica obriga o vento a atender prontamente o teu chamado, e o torna teu escravo, nem que seja por alguns minutos. O feito disso é enorme. Ele sabe que a sacerdotisa do fogo é a unica pessoa que a pode fazê-lo agir contra sua vontade. Se o vento não for atraido em toda noite de lua negra, ele soprará onde e quanto bem entender, indo em direção ao Neguev fazendo ressurgir os inimigos de teu povo. Deixaria de ser o vento de feição que ajuda os teus a viver e se tornaria um vento de rajadas que traria os nihilitas de volta. Sei que tens perguntas a fazer.
- Então a dança do fogo não é algo simplesmente ornamental , tem valor sagrado. Por qual motivo os sacerdotes não ensinam isso ao nosso povo?
- Se dissessem, a sacerdotisa seria a unica autoridade relevante na aldeia. E eles não querem perder privilégios que levaram séculos para conquistar.
- Entendo, mas a situação piora, sem o lenço...
- O lenço é apenas a cor da tua esperança, foi um símbolo criado pelo sábio Avicena. Podes fazer a dança do fogo com ou sem ele.
- Então... o vento levou meu lenço pra longe para que eu me achasse incapaz de fazer a dança do fogo, pra que ele pudesse tornar-se um vento de rajadas e trazer nossos inimigos de volta à vida.
- Exatamente. Esse era o plano do vento, cabe a você fazer a dança do fogo com perfeição amanhã, sem o seu lenço, e domar o vento como vens fazendo há 4 anos.
- Outra coisa menina: a existência do titulo sacerdotisa do fogo é de conhecimento da natureza e não da cultura. Os sacerdotes não te chamam assim por te temerem, como já expliquei. Quero que salves teu povo da ira do vento, mas que não contes essa história a ninguém, nem a tua amada mãe.
- Por que outras pessoas não podem saber da verdade? Isso é injusto! Além mais, não irei me corromper, zelarei pelo bem das pessoas e não deixarei que a ignorância torne a realidade obtusa.
- Você eu sei que não faria isso, mas pode falar por suas sucessoras? Se uma sacerdotisa for corrompida pelo poder, será ainda pior que os sacerdotes, já que terá uma ligação real com o insondavél.
- Entendo e lamento...isso não é justo, mas entendo.
- Então amanhã farás a dança do fogo e o dominará. Não apresentarás nenhuma empáfia, nenhuma atitude de afetação com o teu poder, desempenharás o inicio dos tempos e não contarás a ninguém sobre teu real poder. Poucas pessoas da tua aldeia perceberão a verdade, e serão sábios o suficiente para ficar em silêncio.
- Obrigada meu senhor, mas gostaria de saber quem és, e por que me ajudaste
- Existem varias realidades e pertenço a uma delas onde teu povo foi aniquilado há séculos, ficando o vento sem controle. A luta entre nihilitas e o vento causou o fim de grandes plantações em todo o mundo e veio a fome, que ceifou justamente as vidas mais valiosas da humanidade. Trocando em miúdos, sou alguém que ainda vai nascer e que agora, volta a ter esperança de viver em um mundo harmonioso. E lembre-se do teu poder e de que grandes poderes trazem grandes responsabilidades.
- Que frase mais interessante. É de um poeta?
- Não é de um roterista, algo comum no lugar de onde eu venho - ou pra onde eu ainda vou. Até um dia, ou até nunca mais, depende do que fazer com o que recebeste do livro da vida. Ele tem páginas escritas, mas você pode adorná-las ou rasgá-las.
A menina acorda e percebe que o sol já corria alto. Começa a se preparar para a grande noite de lua negra.
À meia noite em ponto, está em suas roupas tradicionais no lugar tradicional, agora compreendendo as tradições e respeitando-as mais do que nunca. Quando se ia acender o fogaréu, eis que um dos velhos:
- Onde está o teu lenço de seda esverdeado, Aysha? Sabe que sem ele a comemoração estará incompleta
Houve murmúrio geral.
- Desculpe meu senhor, meu lenço foi levado pelo vento há nove lugares e não mais o encontrei.
- Absurdo! Blasfêmia! O ritual e a honra da aldeia ficarão manchados pela inconseqüência de uma simples dançarina! É uma honra pra tua familia desempenhar esse ritual, como podes negligência-lo dessa forma?
- Não há negligência nem levianidade em minhas palavras e atos , alto sacerdote - disse ela com voz suave porém firmes - estou aqui para cumprir minha missão neste ritual e irei fazê-lo, nem que me condenes ao apedrejamento. Mas não darei esse desgosto a minha mãe, de não desempenhar a dança que ela própria me ensinou quando eu tinha nove anos.
O sacerdote não fazia idéia que Aysha sabia da suma importância da dança do fogo, o vento já começava a dar sinais de força então percebe que se a dança não for feita logo, os nihilitas poderão voltar naquela mesma noite.
- Desempenha teu papel menina, a tradição não pode ser esquecida por causa de uma desajuizada que nem tu. Agora tratem de acender o fogaréu - ordenou o sacerdote aos sacerdotes menores.
Quatro grandes fogueiras foram acesas em redor de Aysha que, mas confiante e majestosa do que nunca, dança entre as chamas entoando trechos do Corão enquanto o vento é requisitado para espalhar aquele fogo sobre as terras da aldeia malinche. Ao perceber o vento e o ódio que vinha dele, Aysha lhe diz mentalmente: " Agora meu caro, traga de volta meu lenço cor de jade, não que eu precise dele para te subjulgar, mas por ter sido presente de minha mãe".
O vento desenterra o lenço e o traz da Síria para Magreb onde estava a aldeia de Aysha, e qual não é a surpresa geral quando a bela dançarina surge das chamas com seu lenço mais brilhante do que nunca em torno do pescoço.
O sacerdote entra em Júbilo ao ver o ritual da dança do fogo desempenhado com absoluto sucesso, a unica coisa que ele não sabe é que o reaparecimento do lenço verde jade não foi mero capricho do vento.
Dentre as pessoas que assistiam uma mulher olha para a dançarina e diz baixinho, embora soubesse que não seria ouvida: "Muito bem minha sacerdotisa, domaste o fogo conscientemente." Era a mãe de Aysha.





Essa seria a tua historia em um encarnação distante, se eu fosse aquele que escreve as coisas no livro da vida. Se aquela sacerdotisa vivesse hoje, creio que tu a seria, e talvez dominasse o vento apenas com a beleza do teu sorriso.

( Elton Larry)



Como foi dito a cima...essa seria a minha historia...e eu a considero como sendo mesmo...uma cronica feito por um grande amigo meu...na qual foi inspirado em mim e assim dado de pressente a minha pessoa, então meu querido Elton obrigada pela a sua singela homenagem...então em homenagem a essa historia o nome do meu blog é Cigana de Fogo!!!